Amado Batista – Vitamina e Cura (1986) | Álbum completo

Lançado em 1986, o álbum “Vitamina e Cura” ocupa um lugar singular na discografia de Amado Batista. Embora seja apresentado como uma coletânea, o disco acabou se tornando parte oficial de sua trajetória por trazer finalmente a canção inédita que dá título ao álbum, uma música que havia sido censurada durante o regime militar e impedida de ser lançada anos antes.

Segundo o Brega Blog (crédito mantido), “Vitamina e Cura” reúne sucessos marcantes da fase Continental, funcionando como um resumo da carreira do cantor até então. A faixa-título, considerada sensual demais pela censura, permaneceu engavetada até o período da abertura política, iniciada em 1985, quando finalmente pôde ser lançada mesmo após Amado já ter mudado de gravadora.

Amado Batista – Vitamina e Cura (1986) | Álbum completo

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Faixas do álbum Vitamina e Cura (1986)

01 – Vem Morena (Paulo Leandro / Sebastião Ferreira) – (0:00)
02 – O Fruto do Nosso Amor (Praião II / Vicente Dias) – (3:23)
03 – Carta Sobre a Mesa (Ney Manoel / Sebastião Ferreira da Silva) – (6:28)
04 – Casamento Forçado (Amado Batista / Reginaldo Sodré) – (10:26)
05 – Ausência (Juquinha / Ninão) – (13:25)
06 – O Julgamento (Walter José / Sebastião Ferreira da Silva) – (15:56)
07 – Vitamina e Cura (José Milton do Nascimento / Geraldo Nunes da Silva) – (19:48)
08 – Ah! Se Eu Pudesse (Vicente Dias) – (22:30)
09 – O Acidente (Roberto Ney / Deny Wilson) – (26:14)
10 – Nossa Casinha (Adilson Silva) – (29:43)
11 – Acorde Amor (8º Andar) (Amado Batista / Reginaldo Sodré) – (33:44)
12 – Desisto (Obrigado a Desistir) (Amado Batista / Reginaldo Sodré) – (36:20)
“Vitamina e Cura” é um registro histórico que dialoga diretamente com o contexto político e cultural do Brasil dos anos 1980. A canção-título, composta por José Milton do Nascimento e Geraldo Nunes da Silva, havia sido vetada pela censura militar por ser considerada sensual demais, permanecendo inédita até o fim do regime autoritário.

Com o encerramento da ditadura e o início da abertura política, a música finalmente pôde ser lançada. A gravadora Continental, que havia sido a casa de Amado Batista entre 1977 e 1984, aproveitou o momento para reunir grandes sucessos do cantor e incluir a aguardada faixa inédita, transformando esta coletânea em parte definitiva de sua discografia.

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